Gerador de Sitemap XML

Transforme uma lista de URLs em um sitemap.xml válido, gerado e baixado no seu navegador.

Como usar

  1. Cole as suas URLs, uma por linha — endereços absolutos começando com http:// ou https://.
  2. Opcionalmente ative lastmod, changefreq e priority; a data escolhida é aplicada a todas as URLs.
  3. Baixe o sitemap.xml, envie para a raiz do seu site e informe o endereço no Google Search Console.

Sobre esta ferramenta

Um sitemap é um arquivo XML que lista as páginas que você quer que os buscadores conheçam. Ele segue o protocolo Sitemaps 0.9: um elemento urlset com o namespace oficial e, dentro dele, um bloco url por endereço, cada um com um loc obrigatório e os opcionais lastmod, changefreq e priority. Ele não é fator de ranqueamento e não força nada a ser indexado — é um auxílio de descoberta, e importa mais para sites grandes, para páginas que poucos links internos apontam e para sites novos que quase não têm links de fora.

Este gerador pega a sua lista de endereços, descarta tudo o que não for uma URL http ou https absoluta, remove entradas repetidas e escapa os cinco caracteres XML que quebrariam o arquivo — o e comercial, menor que, maior que, aspas e apóstrofo. Esse escape importa mais do que parece: um único e comercial cru numa query string basta para tornar o sitemap inteiro ilegível. Os campos opcionais são escritos exatamente como o protocolo espera, com lastmod no formato de data W3C. Saiba que o Google já diz há anos que ignora completamente o priority e quase sempre ignora o changefreq, usando o lastmod só quando ele é consistentemente preciso — então deixar os três desligados é um padrão perfeitamente bom. A ferramenta também avisa quando a lista passa de 50.000 URLs, o limite por arquivo do protocolo.

Na prática, você usa isso quando tem uma lista de URLs vinda de um crawl, de uma exportação do CMS, de uma planilha ou do seu próprio banco de dados, e precisa de um arquivo válido em vez de um digitado à mão. Também funciona bem para um sitemap parcial de uma seção específica, como posts novos que você quer que sejam descobertos rápido. Tudo acontece no seu navegador: as URLs nunca são enviadas, o arquivo é montado em JavaScript e o download é criado localmente a partir da memória. Se o seu site é grande, divida a lista em vários arquivos de até 50.000 URLs cada e referencie-os a partir de um índice de sitemaps — e lembre-se de apontar para o arquivo final no seu robots.txt.

Perguntas frequentes

Onde devo colocar o arquivo de sitemap?

Na raiz do seu domínio, como https://seusite.com/sitemap.xml. Depois acrescente uma linha "Sitemap:" no seu robots.txt e informe o endereço no Google Search Console para que ele seja captado mais rápido.

O Google usa changefreq e priority?

Em boa medida, não. O Google já declarou que ignora o priority e quase sempre ignora o changefreq, tratando o lastmod como uma dica fraca e só quando ele é confiavelmente preciso. Eles fazem parte do protocolo, então a ferramenta consegue escrevê-los, mas omiti-los não custa nada.

O que é o limite de 50.000 URLs?

Um único arquivo de sitemap pode conter no máximo 50.000 URLs e pesar no máximo 50 MB descompactado. Acima disso, você divide a lista em vários arquivos e lista esses arquivos em um índice de sitemaps.

Quais páginas devo incluir?

Apenas URLs canônicas que respondem 200 e que você quer indexadas. Deixe de fora redirecionamentos, páginas bloqueadas pelo robots.txt, páginas com noindex e variações duplicadas por parâmetro — um sitemap cheio disso torna o arquivo menos confiável.

Minhas URLs saem do meu navegador?

Não. A lista que você cola é processada inteiramente em JavaScript no seu dispositivo, e o arquivo baixado é montado localmente. Nada é enviado a nenhum servidor.

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