Veja qual tipo de tomada, voltagem e frequência um país usa, e se seus aparelhos precisam de adaptador, conversor de voltagem ou ambos.
Viajar com eletrônicos significa responder duas perguntas que a maioria das pessoas confunde numa só. A primeira é se a tomada encaixa na tomada — uma questão física, resolvida por um adaptador que muda o formato dos pinos e nada mais. A segunda é se a voltagem bate — uma questão elétrica, e a que queima as coisas. Um adaptador não muda a voltagem: ligar um secador de cabelo de 110 V numa tomada de 220 V através de um adaptador envia o dobro da voltagem pela resistência, e o resultado é fumaça. Os dois problemas precisam de dois objetos diferentes — um adaptador e um conversor — e esta página os separa para que você veja qual realmente precisa, ou se não precisa de nenhum porque seu carregador já é bivolt.
Os tipos de tomada são nomeados de A a O pela classificação IEC World Plugs, e todo país usa um ou mais deles. Um plugue tipo C — o padrão europeu fino de dois pinos — fisicamente encaixa na maioria das tomadas de pinos redondos do continente, mas não tem pino terra, então um aparelho que precisa de aterramento deve usar o tipo aterrado local. A coluna "encaixa em" na tabela abaixo é compatibilidade física no uso diário, não uma certificação de engenharia: diz se o metal faz contato, não se a fiação atrás da parede segue um determinado código. Dentro de um mesmo país a realidade pode ser mais confusa do que a tabela sugere — o Brasil oficialmente usa tipo N, mas prédios antigos ainda têm tomadas tipo A e tipo C — então a tomada na sua frente é sempre a palavra final.
Voltagem é uma decisão nacional, não continental: o Japão funciona a 100 V, os Estados Unidos a 120 V, o Brasil a 127 V ou 220 V dependendo da cidade, e a maior parte da Europa a 230 V. Frequência — 50 Hz ou 60 Hz — raramente importa para eletrônicos modernos, mas qualquer coisa com motor projetado para uma frequência roda na velocidade errada com a outra, por isso um toca-discos americano toca devagar em Londres. A resposta prática para quase todo viajante é ler a letra miúda no carregador. "Input: 100-240 V, 50/60 Hz" significa que o aparelho aguenta tudo e você precisa apenas de adaptador. Um número só significa que não aguenta, e um conversor de voltagem pesado o suficiente para rodar um secador de cabelo custa mais do que comprar um secador no destino. A tabela é compilada da lista World Standards, revisada na data impressa abaixo dela, e muda: países refazem a fiação, e o Brasil fez exatamente isso em 2011 quando adotou o padrão tipo N.
Não. Um adaptador muda o formato dos pinos para que o plugue encaixe na tomada. Ele não toca na voltagem. Se a voltagem é diferente e seu aparelho não é bivolt, você precisa de um conversor de voltagem, que é um equipamento separado e muito mais pesado.
Leia a etiqueta no carregador ou na fonte. Se diz "100-240 V" ou "100-240 V~" e "50/60 Hz", aguenta tudo. Carregadores de celular, tablet e notebook são quase sempre bivolt. Secadores de cabelo, chapinhas, babyliss e chaleiras elétricas geralmente não são.
São a classificação IEC World Plugs, um sistema de nomenclatura para os quinze tipos de tomada e plugue em uso no mundo. O tipo A é o americano de dois pinos chatos, o tipo C é o europeu de dois pinos redondos, o tipo G é o britânico de três pinos retangulares, e assim por diante.
Para a maioria dos eletrônicos, não — fontes modernas lidam com 50 Hz e 60 Hz igualmente. Para qualquer coisa com motor (alguns barbeadores, toca-discos antigos) ou relógio alimentado pela rede, a frequência define a velocidade, então roda rápido ou devagar com a errada.
Tipo N desde 2011, mas prédios antigos ainda têm tomadas tipo A e tipo C. A voltagem varia por cidade: a maior parte de São Paulo é 127 V, a maior parte do Nordeste é 220 V, e algumas cidades têm ambas em circuitos diferentes. Um aparelho brasileiro bivolt aguenta a faixa nacional; um aparelho estrangeiro só de 120 V não sobrevive numa tomada de 220 V.
É revisada na data impressa abaixo dela. Países mudam seus padrões — o Brasil adotou o tipo N em 2011, e vários países passaram de 220 V para 230 V para se alinhar à recomendação IEC — então a tabela é uma foto, não uma garantia. A tomada na sua frente é a palavra final.
O Vai.la transforma qualquer URL em um link curto com estatísticas de cliques, QR Code e seu próprio biolink.
O Vai.la não se responsabiliza pelo uso das ferramentas nem por decisões tomadas com base nos seus resultados.