Gere números de PIS, PASEP e NIT válidos para testes de software e valide qualquer um deles no navegador.
PIS, PASEP e NIT são três nomes para o mesmo número de identificação do trabalhador brasileiro, com 11 dígitos: PIS para empregados da iniciativa privada, PASEP para servidores públicos e NIT para autônomos e demais contribuintes inscritos diretamente no INSS. Seja qual for o rótulo no formulário, o formato é idêntico — dez dígitos mais um dígito verificador calculado por módulo 11 —, e é por isso que um único gerador e um único validador atendem aos três.
O dígito verificador usa uma sequência fixa de pesos: 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2 aplicados aos dez primeiros dígitos. A soma ponderada é dividida por 11 e o dígito é 11 menos o resto, com os resultados 10 e 11 virando 0. Ele pertence à mesma família de algoritmos do CPF, mas com outro vetor de pesos e um único dígito verificador — que é exatamente o motivo de um CPF válido não passar em um validador de PIS, e vice-versa.
Na prática, esse número aparece em folha de pagamento, integrações com o eSocial, formulários de admissão de RH, rotinas de FGTS e sistemas de benefícios, todos validando o dígito verificador antes de salvar um registro. Gerar um lote de números bem formados permite exercitar esses caminhos de código sem pegar emprestado o dado real de um colega. Cada número aqui é aleatório, não está ligado a nenhum trabalhador e não está registrado em lugar nenhum; todo o cálculo roda no seu navegador, então nada do que você digita ou gera sai do seu dispositivo.
Dígito verificador: multiplique os 10 primeiros dígitos pelos pesos 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2 e tome o resto da divisão da soma por 11. O dígito verificador é 11 menos esse resto; quando o resultado é 10 ou 11, o dígito é 0.
Não. É um número aleatório que apenas satisfaz a matemática do dígito verificador. Não está registrado na Caixa, no INSS nem em nenhum empregador, e não pertence a nenhum trabalhador.
São o mesmo número de 11 dígitos emitido por canais diferentes: PIS pela Caixa para trabalhadores da iniciativa privada, PASEP pelo Banco do Brasil para servidores públicos e NIT pelo INSS para contribuintes autônomos. O algoritmo de validação é idêntico nos três casos.
Porque o PIS usa outra sequência de pesos — 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2 — e um único dígito verificador, enquanto o CPF usa pesos decrescentes e dois dígitos verificadores. Os dois formatos não são intercambiáveis, ainda que ambos tenham 11 dígitos.
Não. Documentos gerados servem apenas para testes de software. Usá-los em declarações reais pode configurar fraude, que é crime no Brasil.
Não. Geração e validação rodam 100% em JavaScript no seu dispositivo. Nada é enviado, registrado ou armazenado.
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