Gerador e Validador de PIS/PASEP

Gere números de PIS, PASEP e NIT válidos para testes de software e valide qualquer um deles no navegador.

Apenas para testes de software. Os dados gerados aqui são aleatórios e não pertencem a nenhuma pessoa ou empresa real. Usá-los para fraude ou má-fé é crime.

Como usar

  1. Clique em "Gerar" para criar um PIS/PASEP/NIT aleatório com dígito verificador matematicamente válido.
  2. Para validar, cole qualquer número de 11 dígitos no campo de validação — o dígito verificador é recalculado conforme você digita.
  3. Use "Copiar" para pegar o resultado, formatado como 123.45678.90-1 ou como dígitos puros. Tudo roda no seu navegador.

Sobre esta ferramenta

PIS, PASEP e NIT são três nomes para o mesmo número de identificação do trabalhador brasileiro, com 11 dígitos: PIS para empregados da iniciativa privada, PASEP para servidores públicos e NIT para autônomos e demais contribuintes inscritos diretamente no INSS. Seja qual for o rótulo no formulário, o formato é idêntico — dez dígitos mais um dígito verificador calculado por módulo 11 —, e é por isso que um único gerador e um único validador atendem aos três.

O dígito verificador usa uma sequência fixa de pesos: 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2 aplicados aos dez primeiros dígitos. A soma ponderada é dividida por 11 e o dígito é 11 menos o resto, com os resultados 10 e 11 virando 0. Ele pertence à mesma família de algoritmos do CPF, mas com outro vetor de pesos e um único dígito verificador — que é exatamente o motivo de um CPF válido não passar em um validador de PIS, e vice-versa.

Na prática, esse número aparece em folha de pagamento, integrações com o eSocial, formulários de admissão de RH, rotinas de FGTS e sistemas de benefícios, todos validando o dígito verificador antes de salvar um registro. Gerar um lote de números bem formados permite exercitar esses caminhos de código sem pegar emprestado o dado real de um colega. Cada número aqui é aleatório, não está ligado a nenhum trabalhador e não está registrado em lugar nenhum; todo o cálculo roda no seu navegador, então nada do que você digita ou gera sai do seu dispositivo.

A fórmula

Dígito verificador: multiplique os 10 primeiros dígitos pelos pesos 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2 e tome o resto da divisão da soma por 11. O dígito verificador é 11 menos esse resto; quando o resultado é 10 ou 11, o dígito é 0.

Perguntas frequentes

Esse é um documento real?

Não. É um número aleatório que apenas satisfaz a matemática do dígito verificador. Não está registrado na Caixa, no INSS nem em nenhum empregador, e não pertence a nenhum trabalhador.

Qual a diferença entre PIS, PASEP e NIT?

São o mesmo número de 11 dígitos emitido por canais diferentes: PIS pela Caixa para trabalhadores da iniciativa privada, PASEP pelo Banco do Brasil para servidores públicos e NIT pelo INSS para contribuintes autônomos. O algoritmo de validação é idêntico nos três casos.

Por que um CPF válido não passa neste validador?

Porque o PIS usa outra sequência de pesos — 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2 — e um único dígito verificador, enquanto o CPF usa pesos decrescentes e dois dígitos verificadores. Os dois formatos não são intercambiáveis, ainda que ambos tenham 11 dígitos.

Posso usar um PIS gerado no eSocial ou numa folha de pagamento real?

Não. Documentos gerados servem apenas para testes de software. Usá-los em declarações reais pode configurar fraude, que é crime no Brasil.

O número sai do meu navegador?

Não. Geração e validação rodam 100% em JavaScript no seu dispositivo. Nada é enviado, registrado ou armazenado.

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