Euro Hoje

A cotação do euro comercial com o horário em que foi capturada, um conversor nos dois sentidos e as conversões que mais interessam a quem viaja.

Não foi possível carregar a cotação armazenada. Use o botão de atualizar ou digite uma cotação abaixo para converter.

Como usar

  1. Leia o euro comercial no topo, com a data e a hora da cotação logo abaixo.
  2. Digite o hotel, a passagem ou as compras em euros para ver em reais — ou faça o caminho inverso, partindo de um orçamento em reais.
  3. Clique em "Atualizar cotação" para o valor atual, ou substitua pela taxa que o seu cartão de viagem informou.

Sobre esta ferramenta

O euro não tem mercado próprio contra o real. É uma taxa cruzada, montada a partir do euro contra o dólar e do dólar contra o real, e isso tem uma consequência que muita gente acha estranha: o euro pode subir forte aqui num dia em que nada aconteceu no Brasil, simplesmente porque se mexeu contra o dólar em Frankfurt. Quem move essa perna é o Banco Central Europeu, os números de inflação e crescimento da zona do euro e o preço da energia, que atinge o bloco com mais força que a maioria das economias porque ele importa quase tudo o que queima. Do lado brasileiro, o euro precifica importações de máquinas e medicamentos — e as duas coisas que as pessoas fazem com ele: viajar e estudar.

A moeda nasceu em 1º de janeiro de 1999 como unidade contábil compartilhada por onze países e só chegou às carteiras em notas e moedas em 2002. Passou os primeiros anos abaixo da paridade com o dólar, subiu a quase 1,60 dólar em 2008, sobreviveu à crise das dívidas soberanas de 2010 a 2012 e voltou à paridade em 2022, quando o preço do gás explodiu depois da invasão da Ucrânia. Vinte dos vinte e sete países da União Europeia o usam — e é por isso que "ir para a Europa" e "precisar de euros" não são a mesma frase. Suíça, Reino Unido, Suécia, Polônia, Noruega, Dinamarca, República Tcheca e Hungria mantêm cada um a sua própria moeda.

O valor no topo vem de uma cotação armazenada e atualizada a cada meia hora, com o horário exato da captura impresso ao lado. Como em qualquer moeda, a cotação comercial é uma referência e não uma etiqueta de preço: casa de câmbio e banco somam spread e IOF por cima. Há ainda uma segunda armadilha específica de quem viaja pela zona do euro — a maquininha que oferece cobrar em reais. Aceitar é entregar a conversão à processadora da loja, a uma taxa escolhida por ela, e ela é pior que a do seu próprio banco praticamente sempre. Pague sempre em euros.

Perguntas frequentes

De onde vem essa cotação e qual é a idade do número?

Do feed de mercado do euro contra o real, guardado aqui por uma rotina que roda a cada 30 minutos; a data e a hora dessa cotação ficam impressas abaixo do valor. O botão de atualizar vai ao mesmo feed ao vivo, a partir do seu navegador. Nos fins de semana o número não muda, porque o mercado está fechado.

Por que o euro da casa de câmbio é mais caro que este?

Esta é a cotação comercial, uma referência de atacado. O euro que você compra em espécie carrega o spread de varejo da casa de câmbio mais o IOF, e um cartão de viagem ou de crédito carrega o spread da operadora mais o IOF. Peça a taxa fechada com tudo incluído e compare aqui: a diferença é o custo.

Por que o euro se mexeu contra o real se o dólar não se mexeu?

Porque o euro chega ao real através do dólar. Se o euro se fortalece contra o dólar enquanto o dólar está parado aqui, o euro sobe sozinho. Dias em que os dois andam em direções opostas são normais e dizem mais sobre a Europa do que sobre o Brasil.

O euro é aceito em toda a Europa?

Não, e esse é o erro mais comum no planejamento de viagem. Vinte dos vinte e sete países da União Europeia usam o euro, junto com pequenos Estados como Andorra e Mônaco. O Reino Unido usa a libra, a Suíça usa o franco, e os países nórdicos, a Polônia, a República Tcheca e a Hungria mantêm as suas moedas. Pagar em euros por lá, quando é aceito, sai a uma taxa ruim.

A maquininha pergunta se quero pagar em euros ou em reais. Qual eu escolho?

Euros, sempre. Escolher reais é o que o setor chama de conversão dinâmica de moeda: a processadora do lojista converte a uma taxa definida por ela, sistematicamente pior que a que o seu cartão usaria. Parece conveniência; é tarifa.

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