Descubra quantas unidades você precisa vender por mês para cobrir seus custos fixos — e quanto isso dá de faturamento.
O ponto de equilíbrio é o volume de vendas em que o negócio para de perder dinheiro e ainda não começou a ganhar. Cada unidade vendida deixa uma fatia do seu preço depois de pagar o próprio custo variável — essa fatia é a margem de contribuição, e o ponto de equilíbrio é simplesmente quantas fatias são necessárias para encher o balde dos custos fixos. Uma loja com R$ 10.000 de custos fixos por mês vendendo um produto a R$ 50 que custa R$ 30 para chegar às mãos do cliente ganha R$ 20 por unidade e precisa de 500 unidades, ou R$ 25.000 de faturamento, para terminar o mês no zero a zero.
Todo o cálculo depende de separar os custos corretamente. Custos fixos são os que aparecem quer você venda nada, quer venda tudo: aluguel, folha de pagamento, contabilidade, software, internet. Custos variáveis só existem quando existe uma venda: o produto em si, embalagem, frete, taxa de cartão, comissão. Salários são fixos mesmo que a equipe trabalhe mais quando as vendas sobem; uma taxa de entrega é variável mesmo sendo pequena. Errar essa divisão desloca muito o ponto de equilíbrio, e é por isso que vale listar os seus custos uma vez e reaproveitar os dois totais todo mês.
Duas leituras tornam esse número útil na prática. Vender abaixo do ponto de equilíbrio mostra exatamente qual é o tamanho do buraco — 380 unidades contra 500 significam R$ 2.400 de custos fixos descobertos, não uma vaga sensação ruim. E a meta de lucro transforma a mesma fórmula em uma meta de vendas: some o lucro que você quer aos custos fixos antes de dividir, e R$ 4.000 de lucro desejado viram 700 unidades em vez de 500. O resultado é arredondado para cima, porque meia venda não paga meio aluguel. Este é um modelo de produto único — com um catálogo variado, use o seu índice médio de margem de contribuição e leia a resposta em faturamento, não em unidades. Tudo roda no seu navegador e nenhum número digitado é enviado para lugar algum.
Margem de contribuição por unidade = preço − custo variável unitário. Unidades no ponto de equilíbrio = custos fixos ÷ margem de contribuição por unidade, arredondado para cima. Faturamento de equilíbrio = unidades × preço. Com meta de lucro: unidades = (custos fixos + meta) ÷ margem de contribuição por unidade.
Divida os seus custos fixos mensais pela margem de contribuição de uma unidade, que é o preço de venda menos o custo variável unitário. Com R$ 10.000 de custos fixos e margem de R$ 20 por unidade, o ponto de equilíbrio é de 500 unidades por mês.
Custos fixos são pagos mesmo que você não venda nada — aluguel, salários, software, contabilidade. Custos variáveis só acontecem quando acontece uma venda — o produto, embalagem, frete, taxa de cartão e comissão.
Porque o custo variável é igual ou maior que o preço, então cada venda perde dinheiro e nenhum volume cobre os custos fixos. A solução é aumentar o preço ou reduzir o custo variável, não vender mais.
Por padrão não — o ponto de equilíbrio é a linha do zero. Preencha o campo de meta de lucro e a ferramenta soma esse valor aos custos fixos, mostrando quantas unidades e quanto de faturamento essa meta exige.
Use o índice médio de margem de contribuição do seu mix e leia o resultado em faturamento, não em unidades. A resposta em unidades só faz sentido quando o preço e o custo variável são iguais para tudo o que você vende.
Não. O cálculo roda localmente em JavaScript no seu dispositivo, e nada do que você digita é enviado ou armazenado.
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